O senso comum é frequentemente um conhecimento subjetivo, ingênuo, espontâneo, que nasce e se acumula pela experiência do homem em resolver os problemas da vida cotidiana.
Quando uma pessoa prepara um bolo, por exemplo, sabe que não convém abrir o forno quando o bolo começa a assar, senão ele murcha; ou que a medida apropriada do fermento faz o bolo inchar.
Isso se deve ao bom senso que estimula a capacidade de compreender, formular críticas e abordar temas os mais diversos, sem necessariamente possuir os atributos mais requintados dos conhecimentos científicos.
Pois é, puseram fermento em excesso nesse bolo da pesquisa "científica" da Escutec - diz o senso comum. O bom senso tenta apenas achar a razão coerente.
Fernando Júnior, proprietário do instituto de pesquisa Escutec, também é prodigioso nas produções artísticas. Ganhou contrato da prefeitura municipal de Caxias, no valor de R$ 753.000,00, por promover 11 shows no Carnaval deste ano. Calcule, então, leitor a soma faturada em 7 carnavais e 7 festas juninas que Fernando já promoveu em Caxias.
Daí surge a pergunta do senso comum, instigada pelo bom senso: Há, realmente, possibilidade de isenção no resultado da pesquisa fabricada por Fernando Júnior?
Eis aí uma das grandes dúvidas que mexe e remexe o assunto.
O senso comum acompanhado de bom senso é um pé no saco! Né não, rapaziada?
Quando uma pessoa prepara um bolo, por exemplo, sabe que não convém abrir o forno quando o bolo começa a assar, senão ele murcha; ou que a medida apropriada do fermento faz o bolo inchar.
Isso se deve ao bom senso que estimula a capacidade de compreender, formular críticas e abordar temas os mais diversos, sem necessariamente possuir os atributos mais requintados dos conhecimentos científicos.
Pois é, puseram fermento em excesso nesse bolo da pesquisa "científica" da Escutec - diz o senso comum. O bom senso tenta apenas achar a razão coerente.
Fernando Júnior, proprietário do instituto de pesquisa Escutec, também é prodigioso nas produções artísticas. Ganhou contrato da prefeitura municipal de Caxias, no valor de R$ 753.000,00, por promover 11 shows no Carnaval deste ano. Calcule, então, leitor a soma faturada em 7 carnavais e 7 festas juninas que Fernando já promoveu em Caxias.
Daí surge a pergunta do senso comum, instigada pelo bom senso: Há, realmente, possibilidade de isenção no resultado da pesquisa fabricada por Fernando Júnior?
Eis aí uma das grandes dúvidas que mexe e remexe o assunto.
O senso comum acompanhado de bom senso é um pé no saco! Né não, rapaziada?