Matéria do Jornal O Estado Estado do Maranhão, edição de domingo (29), assinada pelo jornalista Marco D’Eça, destacou o quadro eleitoral que antecede 2012 em algumas cidades maranhenses. Leia abaixo a síntese do jornalista sobre Caxias:
Prefeitos em fim de mandato e que foram reeleitos têm problemas para definir os nomes que disputarão a sucessão devido às divergências nos grupos.
Os prefeitos reeleitos de Timon, Socorro Waquim (PMDB); de Caxias, Humberto Coutinho (PDT), e de Balsas, Chico Coelho (PMDB), enfrentam dificuldades para viabilizar seus próprios sucessores. Depois de oito anos de poder, divergências de interesses no próprio grupo e o fortalecimento da oposição podem inviabilizar a manutenção do poder em 2012.
Em Caxias, Humberto Coutinho enfrenta dificuldades no próprio partido. Os pedetistas querem lançar a candidatura de Helton Mesquita. O prefeito prefere apostar no sobrinho, Leonardo Coutinho. Advogado e auditor federal, Léo Coutinho ainda não tem partido, mas deve se filiar ao PDT ou ao PSB. Na oposição, o nome mais forte é o do também advogado e suplente de deputado federal Paulo Fonseca, filho do ex-prefeito Paulo Marinho.
Principal aliado do prefeito, o PCdoB deve apoiar o candidato da família Coutinho – qualquer que seja ele. “O PCdoB vai priorizar a eleição para a Câmara. E apoiar o candidato do prefeito”, afirmou o dirigente comunista Márcio Jerry.
Paulo Marinho Júnior aposta ainda no PT, que está dividido entre os grupos do vice-governador Washington Oliveira e do deputado federal Domingos Dutra. A autofagia pode levar à candidatura própria de Ney Teixeira, filho do ex-candidato a deputado Mundico Teixeira, ou de Dutra de Caxias, aliado do deputado homônimo.
Prefeitos em fim de mandato e que foram reeleitos têm problemas para definir os nomes que disputarão a sucessão devido às divergências nos grupos.
Os prefeitos reeleitos de Timon, Socorro Waquim (PMDB); de Caxias, Humberto Coutinho (PDT), e de Balsas, Chico Coelho (PMDB), enfrentam dificuldades para viabilizar seus próprios sucessores. Depois de oito anos de poder, divergências de interesses no próprio grupo e o fortalecimento da oposição podem inviabilizar a manutenção do poder em 2012.
Em Caxias, Humberto Coutinho enfrenta dificuldades no próprio partido. Os pedetistas querem lançar a candidatura de Helton Mesquita. O prefeito prefere apostar no sobrinho, Leonardo Coutinho. Advogado e auditor federal, Léo Coutinho ainda não tem partido, mas deve se filiar ao PDT ou ao PSB. Na oposição, o nome mais forte é o do também advogado e suplente de deputado federal Paulo Fonseca, filho do ex-prefeito Paulo Marinho.
Principal aliado do prefeito, o PCdoB deve apoiar o candidato da família Coutinho – qualquer que seja ele. “O PCdoB vai priorizar a eleição para a Câmara. E apoiar o candidato do prefeito”, afirmou o dirigente comunista Márcio Jerry.
Paulo Marinho Júnior aposta ainda no PT, que está dividido entre os grupos do vice-governador Washington Oliveira e do deputado federal Domingos Dutra. A autofagia pode levar à candidatura própria de Ney Teixeira, filho do ex-candidato a deputado Mundico Teixeira, ou de Dutra de Caxias, aliado do deputado homônimo.