Em visita a Caxias, no último sábado, para compromissos de inaugurações ao lado do prefeito Humberto Coutinho, Flávio Dino foi até a residência dos Alencar com a missão de convencê-los a revogarem a decisão, já tomada dias atrás pelo grupo em assembleia familiar, do rompimento aberto e declarado com o prefeito.
Ironaldo Alencar travou um diálogo franco. Reiterou que a permanência de Sílvia Carvalho na pasta da Educação é o real obstáculo de sua repactuação com Humberto Coutinho. Afirmou o roteiro de querer vê-la apeada da secretaria, porque permanentemente vem contrariando a base política do governo.
Humberto Coutinho, mesmo sem se pronunciar publicamente sobre o ímpeto unilateral de rebeldia do presidente da Câmara, está preocupado com a repercussão do caso, e que este possa vir a contaminar a base e a se transformar numa insurreição de descontentes. Pois, onde passa um boi, passa uma boiada. E boiada desembestada...Sai da frente.
É tão verdadeiro o receio do prefeito, que ele já enviou dois interlocutores de coturno de general para tentar dissuadir Ironaldo da birra que o envenena. Antes de Flávio Dino, Eugênio Coutinho, irmão do prefeito, também já tentou.
E mais: ontem, segunda, Humberto esvaziou a sessão da Câmara Municipal, para não ouvir um contundente pronunciamento de Ironaldo contra o governo. Dos doze vereadores, apenas Catulé e Fábio Gentil permaneceram solidários ao presidente, até o oposicionista Helton Mesquita se fez ausente na sessão.
Mas, e Sílvia? Comporta-se enigmática! Não transborda nenhuma emoção, muito menos esboça alguma reação. Fica ali, na espreita, aguardando o desenlace, observando os movimentos dos adversários. Numa ponta o sindicato dos professores desfiando um rosário de insatisfações; na outra, esse calvário de pressões políticas. Contudo, Sílvia se garante em pé, inabalável, encouraçada por Humberto Coutinho.
Aí, meus amigos, com um impasse de tamanha magnitude, só uma mãe de santo da latitude de uma Maria Fininha pra acalmar esse terreiro em transe.
Ironaldo Alencar travou um diálogo franco. Reiterou que a permanência de Sílvia Carvalho na pasta da Educação é o real obstáculo de sua repactuação com Humberto Coutinho. Afirmou o roteiro de querer vê-la apeada da secretaria, porque permanentemente vem contrariando a base política do governo.
Humberto Coutinho, mesmo sem se pronunciar publicamente sobre o ímpeto unilateral de rebeldia do presidente da Câmara, está preocupado com a repercussão do caso, e que este possa vir a contaminar a base e a se transformar numa insurreição de descontentes. Pois, onde passa um boi, passa uma boiada. E boiada desembestada...Sai da frente.
É tão verdadeiro o receio do prefeito, que ele já enviou dois interlocutores de coturno de general para tentar dissuadir Ironaldo da birra que o envenena. Antes de Flávio Dino, Eugênio Coutinho, irmão do prefeito, também já tentou.
E mais: ontem, segunda, Humberto esvaziou a sessão da Câmara Municipal, para não ouvir um contundente pronunciamento de Ironaldo contra o governo. Dos doze vereadores, apenas Catulé e Fábio Gentil permaneceram solidários ao presidente, até o oposicionista Helton Mesquita se fez ausente na sessão.
Mas, e Sílvia? Comporta-se enigmática! Não transborda nenhuma emoção, muito menos esboça alguma reação. Fica ali, na espreita, aguardando o desenlace, observando os movimentos dos adversários. Numa ponta o sindicato dos professores desfiando um rosário de insatisfações; na outra, esse calvário de pressões políticas. Contudo, Sílvia se garante em pé, inabalável, encouraçada por Humberto Coutinho.
Aí, meus amigos, com um impasse de tamanha magnitude, só uma mãe de santo da latitude de uma Maria Fininha pra acalmar esse terreiro em transe.