À luz dos dados do Censo de 2010, o IBGE revelou que 24.500 caxienses, de 155.202 habitantes, vivem com renda familiar mensal de até R$ 70,00. Isso significa dizer que um pouco acima 15% da população de Caxias encontra-se em estado classificado tecnicamente como de extrema pobreza. Vertendo mais os números, de cada cem gentílicos quinze se acham em exclusão social bárbara.
É a miséria estampada em números secos, reais - constatando que o produto de toda nossa riqueza, estimada que é em 740 milhões de reais, acha-se concentrado nas mãos de poucos prodigiosos. Uma situação que deixa o rico cada vez mais rico e o pobre cada vez mais pobre.
Dá pra contar nos dedos as famílias abastadas das partes daquém. Elas desfrutam desregradamente desse modelo brasileiro que resiste à desconcentração da renda. Elas concentram as atividades econômicas públicas e privadas, dominam o poder político e os meios de comunicação de massa.
Vivemos, portanto, por conta dessa realidade, um presente de horror: violência e drogas ganham espaços em nosso meio. Um círculo vicioso estimulado pela falta de perspectiva e oportunidade, principalmente, para os mais jovens, que padecem por falta de emprego e renda.
Uma cidade com essas medidas de miséria jamais poderá ser saudável.
É a miséria estampada em números secos, reais - constatando que o produto de toda nossa riqueza, estimada que é em 740 milhões de reais, acha-se concentrado nas mãos de poucos prodigiosos. Uma situação que deixa o rico cada vez mais rico e o pobre cada vez mais pobre.
Dá pra contar nos dedos as famílias abastadas das partes daquém. Elas desfrutam desregradamente desse modelo brasileiro que resiste à desconcentração da renda. Elas concentram as atividades econômicas públicas e privadas, dominam o poder político e os meios de comunicação de massa.
Vivemos, portanto, por conta dessa realidade, um presente de horror: violência e drogas ganham espaços em nosso meio. Um círculo vicioso estimulado pela falta de perspectiva e oportunidade, principalmente, para os mais jovens, que padecem por falta de emprego e renda.
Uma cidade com essas medidas de miséria jamais poderá ser saudável.