No Maranhão, todos os olhos políticos se arregalam para a futura convenção estadual do PT, em março.
A convenção dirá, em definitivo, com que roupa a agremiação irá à festa da democracia das próximas eleições.
Serão, ao todo, 175 convencionais, agrupados em alas, com suas mais diferentes teses.
Candidatura própria, adesismo à Roseana, posição pró Jackson, ou construção com Flávio Dino? Não se adivinha o resultado.
Não há mais uma situação binária, apenas centrada na caciquia de Dutra e Washington. Pulverizou-se.
Quem quiser, pra valer, ganhar a parceria do partido terá, a miúdo, que negociar quase individualmente com pequenos grupos.
Dou como exemplo o filiado Mundico Teixeira, que compôs a chapa de Fransuíla Moraes, quando da então recente disputa pela hegemonia partidária.
Pela proporcionalidade, emplacaram nove convencionais, dos quais, cinco são da cota de Mundico: Ele próprio; Ney, seu filho; Virna, sua filha; Orlando e Francilene, filiados em Aldeias Altas.
Nada desprezível, pois algo correspondente a quase 3% dos votos. Ainda mais quando se ensaia uma disputa apertada.
Mundico, se quiser, poderá tanto escolher em fazer gol de banheira ou gol contra. Dependerá muito das circunstâncias envolventes.
Petista hoje é mais realista, e o mais besta conserta relógio calçado com luvas de boxe.
Caro Renato.
Dê uma força e converse com esse Sr. Mundico. É fundamental ele saber da sua responsabilidade para com o destino do MA.
Grande abraço.
Jairo José